Uma nova vertente de homossexuais

March 25, 2009

Não sei se isso acontece na cidade de vocês, mas aqui em São Paulo está nascendo uma nova "vertente de homossexuais". Não obstante em se relacionar com outra pessoa do mesmo sexo, eles/elas querem se parecer com pessoas do sexo oposto.

Digo isso porque ontem eu estava voltando da faculdade e no fundo do ônibus haviam três lésbicas. Uma delas começou com um papo - isso em voz alta para todos do ônibus ouvir - "Mano, eu falei pra ela: ou participa da suruba ou vai embora, porque eu não quero ninguém aqui com cara de bunda. Aí quando eu abri as pernas dela, ela travou, mano, de uma forma que eu nunca vi até hoje, tá ligado, mano".

Além disso, ela mexia com outras mulheres e gordinhos que estavam parados no ônibus, igual a minha instrutora da auto-escola, a Maria José.

Eu não vejo problema da pessoa ser homossexual. Se o cara quer dar a bunda ou a menina colar um velcro, massa, não vejo problema nenhum. O problema está no cara querer parecer mulher, passando maquiagem, reclamando da pele, do cabelo, ficando fruti-fruti. E o mesmo vale para lésbicas. Eu acho bonito lésbicas bonitas e gostosas se pagarem, mas lésbicas com jeito de homem e falando como homem é nojento, véi. Nojento. Nojento. Eu não gosto.

Primeira tentativa de perder a minha virgindade

January 27, 2009

Pois é, moçada. Agora eu tenho carta, tenho namorada, mas eu ainda não cheguei nos finalmentes. E todo aquele papo de que quando você entra na faculdade, você vai pegar geral é pura bobagem.

Minha namorada é evangélica. Daquelas que só dá depois do casamento. E eu respeito, porque essa meninada de hoje que ouve funk e saí rebolando na pica dos caras bombados é uma tremenda baixaria.

A carta só serviu para me levar na casa de amigos e passar vergonha. Cheguei outro dia na casa de um amigo e para a minha surpresa seu poddle tem a estranha mania de morder virgens. E advinha? Quando eu entrei na sala, o maldito do cachorro avançou na minha perna. A mãe dele percebeu, mas esboçou somente um sorriso de leve para conter a minha vergonha.

Mas você deve estar pensando: "Pô, você tem namorada. Tudo bem que ela é evangélica, mas e aí? Nada?" Nada, amigão. E não foi por falta de tentativa. Com a minha lábia de estudante de publicidade, eu a convenci de ir a um motel comigo. Disse que nem era tão pecado assim dar uma antes do casamento. E ela topou! Pensei, porra, é hoje que eu vou perder a virgindade.

Fomos a um barzinho, antes, para disfaçar seus pais - que são gente boa, mas evangélicos também - e depois fomos ao motel. Apesar de ter carta, eu ainda não sei estacionar e nem entrar em lugares apertados, mas consegui entrar naquele pequeno cubiculo. Para causar uma boa impressão à minha namorada, eu disse com toda pose:

- Eu vou querer a suíte número 03.
- Desculpa, senhor. Todas as suítes estão cheias.

Ok, pensei comigo. Dei o azar deste motel estar cheio. Eu não queria, mas a segunda opção foi levá-la para um motel que custa R$26,00, mas para dar umazinha, achei que ela não reclamaria.

- Boa noite! Eu vou querer a suíte…
- Desculpa, amigo. Todas as suítes estão cheias…


Eu comecei a ficar nervoso e me perguntei por que essas coisas acontecem comigo. Só uma, meu deus. Só para saber como é. Então ela me disse havia um motel que a suíte mais barata, segundo uma amiga sua, custava R$ 150,00 reais. É claro que eu fiquei com medo de pagar toda essa grana e, ao chegar lá, brochar ou chegar nos finalmentes em menos de 5 minutos. Mas deixei o medo de lado e fomos para lá. Ao entrar na fila, um rapaz logo veio me dizendo que todas as suítes estavam cheias…

Minha namorava também ficou nervosa e pediu para irmos embora. Mas era questão de honra. Eu tinha que conseguir um motel para perder a minha virgindade. Achei um motel que se achava hotel e logo ao entrar, alguém, de lá de dentro gritou:

- Todas as suítes estão cheias!

Então, voltamos para casa putos de raiva e virgens.

Bandas emocore

October 17, 2008

E aí seus, macanudos, como vai? Depois de muito sem postar aqui, nesse blog, trago-lhes três canções de três bandas emos para provar que qualquer um, inclusive você, meu querido leitor, canta melhor do que esses vocalistas de bandas de hardcore melódico.

Aliás, aloprar emocore é chutar cachorro morto, por isso em breve, escreverei minhas aventuras com aquela galerinha super legal e da paz conhecida como skinhead, os carecas.

Seguem as músicas:
Razões e Emoçoes - NX Quem?
http://www.absorva.com.br/musicas/razoesemocoes.mp3

A carta - Fresno
http://www.absorva.com.br/musicas/carta.mp3

A casa vazia - Banda Alice
http://www.absorva.com.br/musicas/acasavazia.mp3

O Vencedor - Los hermanos
http://www.absorva.com.br/musicas/ovencedor.mp3

 

Sedentarismo

October 1, 2007

Certa vez, em uma rádio de auto-ajuda, ao ser perguntado, um senhor de noventa e poucos anos respondeu:

- O que o senhor fazia em sua juventude para chegar essa idade?
- Fazia nada, meu filho. O segredo da longevidade está em fazer porra nenhuma.

E desde então, resolvi seguir a filosofia do fazer porra nenhuma, afinal, um senhor com aquela idade não poderia mentir de tal forma.

O problema é que apareceram umas dores aqui, outras acolá, e meu médico me aconselhou malhar, já que praticar esportes brutos, como jiu-jistu e boxe tailandês, estavam fora de cogitação.

Então resolvi procurar uma acadêmia. Logo na primeira semana, ao entrar em uma saleta para fazer meus abdominais, resolvi ouvir a conversar de um ser exacerbado de músculos e uma gostosinha, a fim de tirar algo de útil para usar com as menininhas.

- Você conhece um programinha chamado emule?
- Não. - É um programinha que você ABAIXA e ele lhe traz algumas músicas. - disse o rapaz, com um sotaque de baiano.
- […]
- Deixei o computador do serviço ligado à noite inteira e quando cheguei hoje de manhã, tcharam, um cd inteiro estava lá.

Eu me pergunto, conseguirei ficar bombado e não conversar sobre emule, com erros de português, dentro de uma acadêmica? A Aline disse que não.

Estou de volta e agora quase 2.0

August 5, 2007

Com o novo hype da Web 2.0 que está atingindo não só a Internet, mas também os meios publicitários, bibliotecas e imobiliárias, resolvi participar novamente dessa modinha. E agora com o blogsome, pois se alguém tentar me processar por eu declarar o quanto ganho no meu serviço ou quanto a faculdade me cobra pelo título de universitário, terei o blog sempre on-line para refutar todas as provas.

A Web 2.0, segundo Wendell do Tradutorium, segue os conceitos dos padrões web e tableless, juntamente com a colaboração do usuário, na qual Moskito exemplifica com usuários colocando dedo no seu cu, como forma de mostrar a efiência da colaboração e da interatividade social, tornando as pessoas que fazem o uso dessa prática super in, hypes e moderninhas.

Eu ainda não sou 2.0, mas ano que vem eu chego lá. E, em comemoração ao meu aniversário de 2.0, deixarei todos vocês, meus amiguinhos blogueiros, colocarem o dedo mindinho no meu cu, como forma de agradecer o imenso carinho que vocês têm por mim.

Com carinho, Léo :*

Qualidade dos textos

Apesar de ter aulas de redação e comunicação na faculdade, cada vez mais, meus textos estão ficando piores. A ginga brasileira de bom escritor foi para o brejo; o samba no pé, a malandragem carioca, o jeitinho brasileiro de ser. Tudo isso se foi.

Acredito, até, que não serei um bom comunicólogo, e ao longo desses quatro anos meus textos/idéias estarão totalmente atrofiados.

E os leitores e amigos reclamam. “Esse blog é um lixo para Internet”, disse Gabriela, uma amiga. “Se você é um pré-adolescente, visite este blog”, diz Leandro, do Kidoido. Tudo isso me deixa muito chateado, pois estou passando por uma fase complicada da minha vida, uma fase de transição.

Ontem, conversando com meu primo de 12 anos, ele me disse algo verdadeiro: Eu tenho 18 anos, e ninguém nunca me viu com uma mulher.
É claro que eu não ligo muito para essas coisas, mas em uma sociedade porca e machista, você se sente meio… meio… meio homossexual, galera - pronto, falei.

Tentei argumentar, dizendo que havia saído com uma blogueira, mas pá, ele me deu um tapa na cara para me desmoralizar:

- Você inventa essas histórias, Léo.
- Pô, véi*. Ela estava com um PUTA decote…
- Léo, você é virgem.
- Isso é uma pergunta ou uma afirmação?
- Uma afirmação.
- Como você sabe? - disse eu, com certa tristeza.
- Eu não sou viado e nem traveco, mas qualquer pessoa, normal, sente um cheiro de virgindade no ar.

E todas essas coisas influenciam na qualidade dos textos. Espero que eu volte a ser o Leonardo de antes, para que meus leitores não mais digam: “O Leonardo não é mais aquele, pau na bunda dele!”

Banheiro dos meninos

O banheiro masculino do cursinho é muito mais divertido do que o feminino, penso eu. O banheiro masculino possui quatro boxes e seis miquitórios para cada um fazer aquilo que se sentir melhor, ao contrário do feminino que possui apenas 4 boxes, e um não funciona.

O divertido é que nos últimos dias, houve no banheiro masculino uma fila maior do que no banheiro feminino, e um número bem menor de pessoas para usar. Isso devido ao fato dos meninos não usarem o miquitório para mijar.

Cheguei esses dias no banheiro, então, para dar aquela mijadinha, quando me deparei com uma enorme fila e vários miquitórios vázios. É claro que eu, após ter tomado 750 mililitros de água e uma puta vontade de mijar, não ia esperar um box vázio para mijar.

Apesar de saber essas informações à respeito do banheiro feminino, não posso dizer se mulheres também possuem o enorme prazer de mijar quando se está com uma bexiga cheia, mas o fato é que após ter o prazer de mijar e ver aquele líquido branco (err, quer dizer, incolor) sair do canal da uretra, eu encontrei com um amiguxo, e todas as mulheres sabem que, amiguxos vão ao banheiro para discutir os mais váriados assuntos:

- E aí bilolinha, esperando um box para mijar sentado?
- Pois é, bilolão. - disse-me sorrindo, meu amiguxo

E foi assim que começou o boato que dizia que todas pessoas que mijavam no box possuiam bilolinhas, e eu, que sempre mijei no miquitório, recebi o apelido de bilolão.

Atitude lesbo-emocore

Empregarei, nesse texto, a palavra emocore para designar tanto meninas emocores, quanto lésbicas, pois acredito ser redundante chamar alguma emocore de lésbica, assim como é perguntar a um morador da zona leste, se ele é corinthiano.

Ao andar no centro da cidade de São Paulo, tenho reparado que algumas emocores e, também, lésbicas andam de mãos dadas e se beijam em público para demonstrar que não se importam com a opinião da sociedade sobre o homossexualismo.

Eu e a sociedade brasileira não nos importamos com emocores andando de mãos dadas, o problema é que nossa sociedade não está preparada para ver homossexuais se beijando no meio da rua. E isso não há problema algum, já que não admitimos que casais heterossexuais se peguem na rua da mesma forma que se pegariam em suas casas. Permitimos, no máximo, alguns beijinhos e abraços.

Compreenderam, senhores? Alguns beijinhos…

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