A importância dos estudos estatísticos na Publicidade
Sempre que a professora de estatística entre em sala de aula, algum babaca, sentado ao fundo, indaga-se a razão pela qual se estuda estatística no curso de publicidade.
Essa pergunta é tão tendenciosa quanto querer saber por que estudamos matemática nos ensinos fundamental e médio. Por que temos esse ensino enciclopédico no Brasil e nos Estados Unidos não. E, após essas perguntas, dizer que somos mais inteligentes, já que os americanos não sabem qual é a capital do Brasil.
Pois bem, o pessoal da agência na qual eu trabalho havia saído para fazer um lanche, aproveitei, então, para levar uma menininha e desfrutarmos dos momentos a sós.
Estávamos no bem-bom, quando ouvimos o som de alguns passos. Pensei que poderia ser alguém da agência que havia esquecido, sei lá, algum dinheiro e voltara para buscá-lo.
De repente, com uma força horrorosa, a porta se abriu e o assaltante anunciou: “É o seguinte, isso é um assalto, playboy!”.
- Pô, véi - disse eu, com aquele jeitinho carioca.
- É o seguinte, eu quero seu IPOD.
- Pô, véi. Não tenho tenho.
- Vou querer, então, o Playstation 2. Ou melhor, PS2 está ultrapassado, quero o PS3!
- Pô, véi. Muito menos.
- Então, passa seu tênis…
Nesse momento, ele percebeu que meu pisante era muito mais tosco e velho do que o dele. Para não perder a “viagem”, ele resolveu me fazer algumas perguntas de… estatística.
1) É o seguinte, playboy de merda. Eu tenho essa calibre 38. Se eu colocar apenas uma bala e girar o blablabla, qual a chance de você tomar um tiro?
- Bom, supondo-se que a calibre 38 possuí, apenas, 6 compartimentos para se colocar as balas, se você colocar apenas uma, as changes reais de se tomar um tiro são de 16,6%
2) As probabilidades de 3 jogadores marcarem um “penalti” são, respectivamente, 2/3, 4/5 e 7/10. Qual a probabilidade de todos acertarem?
- Bom, acredito que seja de 37,3%. Olha aí, o gabarito.
O Assaltante, então, olhou para mim e minha namoradinha e disse: “Ok, não vou levar nada, você é realmente bom em estatística.”
Nesse momento, minha menininha, um pouco mais aliviada, exclamou:
- Viu, amor? Eu sabia que seu conhecimento em estatística serviria para alguma coisa.
- hehe - disse eu, com um ar de deboche.
Sempre que a professora de estatística entre em sala de aula, algum babaca, sentado ao fundo, indaga-se a razão pela qual se estuda estatística no curso de publicidade.
Essa pergunta é tão tendenciosa quanto querer saber por que estudamos matemática nos ensinos fundamental e médio. Por que temos esse ensino enciclopédico no Brasil e nos Estados Unidos não. E, após essas perguntas, dizer que somos mais inteligentes, já que os americanos não sabem qual é a capital do Brasil.
Pois bem, o pessoal da agência na qual eu trabalho havia saído para fazer um lanche, aproveitei, então, para levar uma menininha e desfrutarmos dos momentos a sós.
Estávamos no bem-bom, quando ouvimos o som de alguns passos. Pensei que poderia ser alguém da agência que havia esquecido, sei lá, algum dinheiro e voltara para buscá-lo.
De repente, com uma força horrorosa, a porta se abriu e o assaltante anunciou: “É o seguinte, isso é um assalto, playboy!”.
- Pô, véi - disse eu, com aquele jeitinho carioca.
- É o seguinte, eu quero seu IPOD.
- Pô, véi. Não tenho tenho.
- Vou querer, então, o Playstation 2. Ou melhor, PS2 está ultrapassado, quero o PS3!
- Pô, véi. Muito menos.
- Então, passa seu tênis…
Nesse momento, ele percebeu que meu pisante era muito mais tosco e velho do que o dele. Para não perder a “viagem”, ele resolveu me fazer algumas perguntas de… estatística.
1) É o seguinte, playboy de merda. Eu tenho essa calibre 38. Se eu colocar apenas uma bala e girar o blablabla, qual a chance de você tomar um tiro?
- Bom, supondo-se que a calibre 38 possuí, apenas, 6 compartimentos para se colocar as balas, se você colocar apenas uma, as changes reais de se tomar um tiro são de 16,6%
2) As probabilidades de 3 jogadores marcarem um “penalti” são, respectivamente, 2/3, 4/5 e 7/10. Qual a probabilidade de todos acertarem?
- Bom, acredito que seja de 37,3%. Olha aí, o gabarito.
O Assaltante, então, olhou para mim e minha namoradinha e disse: “Ok, não vou levar nada, você é realmente bom em estatística.”
Nesse momento, minha menininha, um pouco mais aliviada, exclamou:
- Viu, amor? Eu sabia que seu conhecimento em estatística serviria para alguma coisa.
- hehe - disse eu, com um ar de deboche.

