Uma nova vertente de homossexuais

March 25, 2009

Não sei se isso acontece na cidade de vocês, mas aqui em São Paulo está nascendo uma nova "vertente de homossexuais". Não obstante em se relacionar com outra pessoa do mesmo sexo, eles/elas querem se parecer com pessoas do sexo oposto.

Digo isso porque ontem eu estava voltando da faculdade e no fundo do ônibus haviam três lésbicas. Uma delas começou com um papo - isso em voz alta para todos do ônibus ouvir - "Mano, eu falei pra ela: ou participa da suruba ou vai embora, porque eu não quero ninguém aqui com cara de bunda. Aí quando eu abri as pernas dela, ela travou, mano, de uma forma que eu nunca vi até hoje, tá ligado, mano".

Além disso, ela mexia com outras mulheres e gordinhos que estavam parados no ônibus, igual a minha instrutora da auto-escola, a Maria José.

Eu não vejo problema da pessoa ser homossexual. Se o cara quer dar a bunda ou a menina colar um velcro, massa, não vejo problema nenhum. O problema está no cara querer parecer mulher, passando maquiagem, reclamando da pele, do cabelo, ficando fruti-fruti. E o mesmo vale para lésbicas. Eu acho bonito lésbicas bonitas e gostosas se pagarem, mas lésbicas com jeito de homem e falando como homem é nojento, véi. Nojento. Nojento. Eu não gosto.

Relaxamento natural #2

March 11, 2009

Recebi, por e-mail e nos comentários, alguns pedidos de dicas para quem tem o carapinho ou crespo. É claro que quando se é criança outras criancinhas fazem várias piadinhas preconceituosas com seu tipo de cabelo (não molha, perguntam se entra pente, quando você cortar vai precisar cortar com uma máquina de cortar grama, etc), mas isso é algo que, com o tempo, passa e logo em seguida você mesmo começa a fazer piadinhas com ele. Eu mesmo tenho a minha, que um dia ainda contarei aqui, sobre o traficante carapinho.

Mas vamos lá, minha amiga. É sobre relaxamento natural que você quer que eu fale, então é sobre relaxamento natural que eu vou falar.

Minha mãe, sempre ela, me indicou um cabeleireiro que só trata de cabelos black power. É claro que eu fui um pouco cético para lá, pensando que se ficasse ruim, eu passaria a zero e fim de conversa, já que minha vida inteira eu cortei o meu cabelo com o Jôneis. Um cara deveras gente fina e que sempre conversava sobre futebol, mulher e cerveja comigo.

Porém, minha amiga, quando eu cheguei lá, eu fiquei impressionado com o resultado que as mulheres que por lá se encontraram obtiveram. Cada cabelo mais lindo que o outro, então eu relaxei um pouco mais e decidi curtir a parada.

Quem me atendeu foi o próprio Jô, o dono do salão. Ele olhou pra mim, perguntou o que eu queria fazer e disse: "Vai ficar show! Esse cabelo é lindo de trabalhar!". Ela começou a pentear meu cabelo, mas de uma forma muito cuidadosa, assim, não machucando a raiz do meu cabelo. Passou um creme, que acredito eu ser o "relaxante natural", e tudo ficou macio como uma blusa de lã recém lavada com um Omo.

Durante o corte, as diferenças entre Jôneis e Jô eram claras, minha amiga. Enquanto eu conversava sobre a partida do Santos, com o Jôneis, Jô me perguntava se eu nunca pensei em ser cabeleireiro. Contou-me sua história, disse que começou a arte de cortar cabelos aos 24 anos e já estava nessa área há mais de 30 anos.

É claro que eu preferia conversar sobre a partida do Santos ou, com todo respeito a minha patroa, sobre as belas mulatas do salão, mas o que Jô fez por mim, foi algo inesquecível. Pela primeira vez na minha vida, eu cortei meu cabelo com uma tesoura e, ao sair do salão, eu senti meu cabelo se mexendo, quando o vento o tocou. Coisa linda de meu Deus.

O preço não foi muito agradável, ainda mais para mim que estava acostumado a pagar $12 reais, com o Jôneis. $60 pilas e mais $30 por um pente para "desfiar" meu cabelo, mas, como prometido pelo próprio dono, ficou show e Jô ganhou um fiel cliente!

Meu lindo cabelo

Jô Cabeleireiros
Rua D.Antônio Bento, 207 - Santo Amaro
(O seu cabelo também vai ficar show!)

Aquecimento Global

February 23, 2009

Eu acho muito bacana essas campanha que as empresas e as pessoas fazem contra o Aquecimento Global. A internet se mostra como uma poderosa ferramenta em prol de um bem comum, ajudando, assim, a todos se unirem por essa bela causa: desligarem as luzes de casa e comerem menos para contribuir com o nosso mundão de meu Deus.

Há alguns anos, porém, mais especificamente na aula de biologia, eu tive outra sacada que pode contribuir para diminuir Aquecimento Global. A lógica da minha idéia é a seguinte: as árvores são importantes nesse movimento porque elas consomem co2 (dióxido de carbono), o gás poluidor e soltam O2 (oxigênio), o gás que respiramos. E ser humano, porém, é burro, pois seu próprio sistema ajuda a contribuir com o aquecimento global. Veja bem: nós respiramos O2 (o gás legal) e soltamos CO2 (o gás do mal) contribuindo, assim como milhões de indústrias, com o aquecimento global.

A minha proposta é a seguinte: no dia 25 de fevereiro, todos nós iremos ficar 1 minuto sem respirar, deixando, assim, de emitir alguns gramas de dióxido de carbono. Faça sua parte e contribua para um mundo melhor.

PS¹: Os blogs da blogosfera não usam mais PS;
Ps²: Me sugeriram fazer isso uma vez por dia. É uma opção para os radicais;
Ps³: E nada daquele papinho de que a quantidade de CO2 produzida pelo ser humano é insignificante para contribuir com o Aquecimento Global e que o côco das vacas também emitem CO2. Bullshit. A crise tá feita, mermão.

Primeira tentativa de perder a minha virgindade

January 27, 2009

Pois é, moçada. Agora eu tenho carta, tenho namorada, mas eu ainda não cheguei nos finalmentes. E todo aquele papo de que quando você entra na faculdade, você vai pegar geral é pura bobagem.

Minha namorada é evangélica. Daquelas que só dá depois do casamento. E eu respeito, porque essa meninada de hoje que ouve funk e saí rebolando na pica dos caras bombados é uma tremenda baixaria.

A carta só serviu para me levar na casa de amigos e passar vergonha. Cheguei outro dia na casa de um amigo e para a minha surpresa seu poddle tem a estranha mania de morder virgens. E advinha? Quando eu entrei na sala, o maldito do cachorro avançou na minha perna. A mãe dele percebeu, mas esboçou somente um sorriso de leve para conter a minha vergonha.

Mas você deve estar pensando: "Pô, você tem namorada. Tudo bem que ela é evangélica, mas e aí? Nada?" Nada, amigão. E não foi por falta de tentativa. Com a minha lábia de estudante de publicidade, eu a convenci de ir a um motel comigo. Disse que nem era tão pecado assim dar uma antes do casamento. E ela topou! Pensei, porra, é hoje que eu vou perder a virgindade.

Fomos a um barzinho, antes, para disfaçar seus pais - que são gente boa, mas evangélicos também - e depois fomos ao motel. Apesar de ter carta, eu ainda não sei estacionar e nem entrar em lugares apertados, mas consegui entrar naquele pequeno cubiculo. Para causar uma boa impressão à minha namorada, eu disse com toda pose:

- Eu vou querer a suíte número 03.
- Desculpa, senhor. Todas as suítes estão cheias.

Ok, pensei comigo. Dei o azar deste motel estar cheio. Eu não queria, mas a segunda opção foi levá-la para um motel que custa R$26,00, mas para dar umazinha, achei que ela não reclamaria.

- Boa noite! Eu vou querer a suíte…
- Desculpa, amigo. Todas as suítes estão cheias…


Eu comecei a ficar nervoso e me perguntei por que essas coisas acontecem comigo. Só uma, meu deus. Só para saber como é. Então ela me disse havia um motel que a suíte mais barata, segundo uma amiga sua, custava R$ 150,00 reais. É claro que eu fiquei com medo de pagar toda essa grana e, ao chegar lá, brochar ou chegar nos finalmentes em menos de 5 minutos. Mas deixei o medo de lado e fomos para lá. Ao entrar na fila, um rapaz logo veio me dizendo que todas as suítes estavam cheias…

Minha namorava também ficou nervosa e pediu para irmos embora. Mas era questão de honra. Eu tinha que conseguir um motel para perder a minha virgindade. Achei um motel que se achava hotel e logo ao entrar, alguém, de lá de dentro gritou:

- Todas as suítes estão cheias!

Então, voltamos para casa putos de raiva e virgens.

Coisas que acontecem comigo

January 23, 2009

Não sei por que, mas sempre quando eu realizo compras pela Internet com empresas indicadas, ocorre algum erro. Quando eu comprei o DVD Fazendo as Regras com o Vic, a produtora enviou o DVD, mas aconteceu algum problema nos correios que não eu o recebi. Após alguns dia, o Vic me perguntou o que achei do filme, mas eu não havia assistido o filme para dar uma opinião. Ele, junto com a produtora, verificou o que havia acontecido, me manteram informado do que estava acontecendo e me enviaram um novo DVD do filme - que é ótimo, por sinal.

Com o Camiseteria aconteceu um novo problema. Como os preços estavam ótimos, resolvi comprar uma camiseta para mim, além da camiseta que eu estava a fim de comprar para a minha namorada. Eu já estava bem satisfeito com a compra, pois o sistema do site é bem simples e me informa todos os passos da entrega (não é algo como pedido enviado, pedido entregue e só), além da própria qualidade da estampa. Quando as camisetas chegaram, porém, eu percebi: a camiseta que eles me entregaram era uma baby-look. Minha mãe perguntou:

 

- Você comprou uma baby-look pra você?
- Não, comprei uma camiseta tamanho M. Deve ser o tamanho deles.
- Eu sei que alguns caras gostam de usar baby-look, mas em você não fica legal.
- Porra, mãe. Eu comprei uma camiseta tamanho M.  
- Mas isso é uma baby-look.


Resolvi mandar um e-mail às 17:45, nas esperança de abrir meu e-mail na manhã seguinte com alguma resposta. Para minha surpresa, ao chegar em casa do trabalho, poucas horas depois, já havia uma resposta aceitando a minha propósta para reparar o "erro" - que obviamente acontece, mas eu me acostumei tanto a ser mal tratado por algumas empresas que quando alguma me faz cafuné, eu começo a ter chamego.

No final, eu quis dar a camiseta para minha mãe que disse que não usuaria uma camiseta com uma vaga, pois começariam a zoá-la. Então eu resolvi usar…

 

 

 

Relaxamento natural

January 14, 2009

Minha mãe começou com aquele papo de que meu cabelo estava muito seco e que, na escala genealógica do meu pai e da minha mãe, ele não havia puxado o cabelo de nenhum dos dois.
Pensei, então, porra, simbora para o  salão de beleza fazer o relaxamento natural.

Chegando lá, havia várias mulheres fazendo relaxamento natural, alisamento (a famosa chapinha); outras faziam os pés e as mãos. A situação era constrangedora, meu caro leitor. Imagine-se no meio de várias mulheres te olhando com uma cara de "esse rapaz é viado".

Resolvi pegar uma revista para ler. Comecei a folhear algumas páginas, até que uma senhora me disse:

- Uau! Que belas unhas você tem!
- Eu?
- Sim, são muito bonitas. O que você faz para elas ficarem assim?
- Ah, não faço nada.
- Ai, que invejinha branca, Bee.


Unhas

 

Achei que ela estivesse tendo alguma atitude preconceituosa, mas logo descobri que inveja branca é algo como o branco que está para paz. Uma inveja boa.

Quando chegou a minha vez, a hair stylist logo me disse que, por meu cabelo estar embaraçado, o preço seria o dobro. Toquei o foda-se e a mandei fazer o que precisava ser feito.

E puxa, estica, passa creme, puxa, cai cabelo, puxa novamente, passa creme, estica, puxa, cai mais cabelo ainda. E dói para caralho. Como dói. Pedi para ela fazer com carinho, mas com carinho ela quadruplicava o preço, então deixei sem carinho mesmo. Logo após terminar o que precisava ser feito, o tal do relaxamento, ela meu as instruções posteriores: deixar no cabelo por cerca de quatro horas e depois lavar com condicionador e raiz com o xampu. É claro que eu não iria ficar lá, esperando dar as quatro horas para lavar o meu cabelo.

Eu vim embora para casa, mesmo com várias pessoas me chamando de viado e rindo da minha cara.

E a partir da minha ida ao salão de beleza, eu comecei a respeitar mais as mulheres. Elas sofrem. Não tem nada daquele glamour de ir ao salão de beleza. E tudo isso para ficar bela em função da invejinha branca de outras mulheres.

É claro que vou ter que fazer várias sessões, mas vejam o resultado parcial:

 

Dog do Marcelo

November 27, 2008

Quando eu entrei no Mackenzie, o lugar que eu fazia meus lanches, na hora do intervalo, era a barraquinha do Márcio. Arrisco a dizer que na barraquinha do Márcio era vendido o melhor X-bacon de São Paulo. Saí por outros lugares, cheguei a pagar R$8.00 reais por um X-bacon, mas nenhum era comparável ao do Márcio (acredito que ele possuía alguma "vitamina S" que é desconhecida pelos outros estabelecimentos). Tranquei, por um semestre, a faculdade e quando voltei a barraquinha do Márcio não estava mais lá.

Tive que então procurar outro lugar para fazer meus lanches. Foi aí que eu encontrei o Dog do Marcelo. Frequentei durantes duas semanas seguidas, pedindo sempre o número dois sem mostarda. Na terceira semana, eu achei que já era amigo do Marcelo e de sua mulher, então resolvei pedir:

 

- Opa, o de sempre, amigão!


Com um olhar um pouco estranho, ele me indagou:

- Qual é o de sempre?
- O número dois. Sem mostarda …
- disse eu, cabisbaixo.

 

 

A partir daquele dia, ele me conheceu. Hoje, todos os dias, quando eu chego lá, ele me diz com um sorriso no rosto: número dois, sem mostarda? E, logo em seguida, sua mulher me cumprimenta com um boa noite.

E a barraquinha do Dog do Marcelo, eu frequento há quase um ano. Aprendi a comer um cachorro quente como gente grande, sem me sujar e sem fazer lambança.

O problema é que semanas há atrás, eu cheguei, o Marcelo me perguntou se era o número dois, sem mostarda, e fiquei esperando na fila. Comecei a ouvir a conversa de duas garotas e um cara que tinham um estilo um pouco diferente. Eram aquelas mulheres que gostam de raspar a cabeça para se sentir modernas. E o cara, o cara, acho que era calvo mesmo.

Elas então começaram a falar sobre uma gorda que pesava 300kilos e queria entrar para o rolê. E que ela foi proibida de entrar porque na primeira treta - palavras da própria menina com cabeça raspada - ela não conseguiria correr e teria o rosto chutado até ficar deformado.

Que papo estranho, pensei comigo. E comecei a olhar um pouco para o lado para ver como eles realmente eram. Eles usavam cuturnos e uma das meninas tinha a suástica tatuada no braço. Eles começaram a olhar para mim também. Só que com um olhar desaprovador. Começaram a cochicar, em vez de continuar com a conversa no tom de voz normal que estavam.

De repente, o cara calvo se levantou e me perguntou:

- Aí, mano. O que cê tá olhando?
- Oi?
- Isso mesmo, seu negro safado.
- Nada. Só gostei da tatuagem dela.
- Ah é? Então você vai tomar um coro, só porque é negro.

A menina que tinha a suástica tatuada no braço levantou-se  e resolveu intervir na discussão. Ela disse a ele que não me considerava negro, por isso não era para me bater. A outra menina, que era gordinha, mas não pesava 300kilos, ficou indecisa. Disse que meu cabelo era carapinho, coisa de negro primitivo, mas meu tom de pele era branco, por isso não sabia o que fazer. Eles então perguntaram de qual estado era o meu pai. E, porra, até então, eu não tinha me tocado que eles eram skinheads, por isso disse a verdade. Meu pai é da Paraíba, véi.

Marcelo, percebendo, que a situação estava… preta, resolveu chegar lá para acalmar os ânimos da galerinha skinhead. Tomei um tapa na cabeça por ser filho de um paraíbano, mas em compensação ganhei a conta da barraquinha do Marcelo. E ele me pagou em espécie: ganhei um cachorro quente de graça em troca de uns posts aqui no blog!

Informações: 
Barraquinha do Marcelo: Rua Itambé. Próximo ao segundo portão do Mackenzie:
Número dois sem mostarda: R$ 2.30
Atendimento: Nota 9.5 - Falta um cafuné, né?

Bandas emocore

October 17, 2008

E aí seus, macanudos, como vai? Depois de muito sem postar aqui, nesse blog, trago-lhes três canções de três bandas emos para provar que qualquer um, inclusive você, meu querido leitor, canta melhor do que esses vocalistas de bandas de hardcore melódico.

Aliás, aloprar emocore é chutar cachorro morto, por isso em breve, escreverei minhas aventuras com aquela galerinha super legal e da paz conhecida como skinhead, os carecas.

Seguem as músicas:
Razões e Emoçoes - NX Quem?
http://www.absorva.com.br/musicas/razoesemocoes.mp3

A carta - Fresno
http://www.absorva.com.br/musicas/carta.mp3

A casa vazia - Banda Alice
http://www.absorva.com.br/musicas/acasavazia.mp3

O Vencedor - Los hermanos
http://www.absorva.com.br/musicas/ovencedor.mp3

 

Mudança de ares

April 21, 2008

Estou escrevendo aqui agora. Aliás, desde de 2006, vocês só não perceberam, mas isso não impede de eu vir aqui, vez o outra, contar alguma piadinha, como a do traficante carapinho - em referência ao meu tipo de cabelo.

Lá encontram-se textos romanticozinhos, poemas, coisa sobre política, crônicas etc. E, sim, vocês precisam entender que eu virei um nerdzinho apaixonado que agora escuta Chico buarque, Adoniran Barbosa e Jorge Ben. 

 

A arte do relaxamento

February 11, 2008

- Acho que eu vou fazer relaxamento.
- Hahahaha. Vai ficar horrível.
- Pelo menos eu vou poder entrar para a comunidade "Faço relaxamento, sim"
- Você vai admitir assim, abertamente?
- Claro, eu ainda vou passar o número do meu cabeleireiro.


Pois é, galerinha. Minha mãe veio com essa história de "Ou corta seu cabelo poder negro ou faz relaxamento". É claro que eu, com toda minha masculinidade, resolvi optar pela segunda opção, o que manteria meu lindo cabelo que é tratado por mim mesmo, desde quando eu brincava de ser cabeleireiro, no auge dos meus… 5 anos.

A parada era a seguinte: ao entrar no banheiro, eu pegava todos os xampus e condicionadores da minha mãe, fazia uma mistureba de Deus e passava no meu cabelo, deixando, assim, macio e cremoso! E foi assim que eu adquiri meu lindo cabelo poder negro!

 

Bom, acompanhem a saga da minha ida ao cabeleireiro para fazer relaxamento, já que estou fazendo isso por vocês, amigos leitores! Beijos :*

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